Gareth Bale, lenda do futebol galês e ex-astro do Real Madrid, causou surpresa ao declarar seu favorito para o prestigiado prêmio Ballon d’Or 2025. Em entrevista recente, o ex-jogador afirmou que o francês Ousmané Dembélé, atacante do Paris Saint-Germain, deveria levar o troféu este ano, destacando-o como favorito “com certa vantagem”.
Desde sua aposentadoria em 2023, Bale tem se dedicado a diversos projetos, incluindo tentativas de adquirir parte do clube de sua cidade natal, o Cardiff City, e trabalhos como comentarista esportivo. Agora, ao opinar sobre o Ballon d’Or, o galês surpreendeu ao eleger Dembélé como principal candidato.
“Ousmané Dembélé está em outro nível esta temporada. Para mim, ele é o favorito com certa vantagem”, declarou Bale, que conhece bem o que é brilhar nos maiores palcos do futebol. A declaração chamou atenção, especialmente considerando que nomes como Kylian Mbappé e Vinicius Junior também estão na disputa pelo prêmio.

Bale, que brilhou no Real Madrid e na seleção galesa, teve o auge de sua carreira coincidindo com a era de domínio de Lionel Messi e Cristiano Ronaldo no Ballon d’Or. Apesar de figurar entre os 20 melhores do mundo em cinco ocasiões diferentes, o galês nunca chegou perto de conquistar o prêmio individual mais cobiçado do futebol.
Com Messi e Ronaldo atuando fora da Europa – na MLS e na Arábia Saudita, respectivamente -, o cenário para o Ballon d’Or se tornou mais aberto. Messi venceu a edição de 2023 após o título da Copa do Mundo com a Argentina, mas a disputa em 2025 promete ser acirrada.
A escolha de Bale coloca holofotes sobre o desempenho de Dembélé, que tem se destacado no PSG. O francês, conhecido por sua velocidade e habilidade técnica, vem mostrando consistência e evolução tática sob o comando de Luis Enrique. Se continuar nesse ritmo, poderá, de fato, ser um forte candidato ao prêmio.
Enquanto isso, Bale segue acompanhando de perto o mundo do futebol, agora de uma nova perspectiva. Sua opinião, vinda de um dos maiores jogadores britânicos da história, certamente acrescenta um ingrediente extra à discussão sobre quem merece levantar o Ballon d’Or este ano.